ENCONTRO DOS BONECÕES DE MINAS GERAIS
05|06 (sábado) - 14 h
Concentração no Parque Municipal, em frente ao coreto.
Entrada Franca

"Até Tu SLU"
(Belo
Horizonte, MG)
Bonecões do acervo do grupo teatral “Até Tu SLU”, da Superintendência de Limpeza Urbana, utilizados nas campanhas educativas da equipe de mobilização social para preservação do meio ambiente e limpeza urbana de Belo Horizonte.

"Bonecões
da Oficina Roda Terra de Brasopólis"
(Brasópolis, MG)
Resultado de uma oficina de bonecos gigantes realizada em fevereiro de 2001 pelo bonequeiro Gustavo Noronha. Os bonecos revivem a tradição de cidades como Mariana, Ouro Preto e da própria Brasópolis, onde esta manifestação da cultura popular era cultivada até os anos 60.

"Clube do Lacaios"
(Ouro
Preto, MG)
Fundado na segunda metade do século XIX pelos servidores do Palácio dos Governadores, apelidados de “lacaios”. Sua rivalidade com o grupo dos “Machadinhos” foi a alma do carnaval em Ouro Preto. Sua criação foi inspirada no Zabumba, espécie de corso carnavalesco que seguiu uma antiga tradição de algumas províncias portuguesas.
"Bonecões
de Miradouro"
(Miradouro, MG)
A gigante Nêga Teresa, o Boi, a Mulinha e outros personagens criados para o carnaval deste ano pelo artista autodidata Antônio Braga, ou Antônio Padeiro. Confeccionados em sucata, plástico, taquara, madeira, alumínio e outros materiais, os bonecos estão presentes no carnaval da cidade há 34 anos.

Foto: Walter
Romano
"Loucos Varridos"
(Oliveira, MG)
O carnaval é uma das maiores festas tradicionais de Oliveira, ainda mais animada com a criação, em 1992, do bloco “Olha o Bicho”, que em 2001 mudou de nome para “Loucos Varridos”. Manipulados por foliões locais, com coordenação da Tal Cia. de Teatro, participam do encontro os bonecos Dr. Dute (médico), Dona Ju (enfermeira), Olivério (criança) e Lina (jovem), personagens que tradicionalmente cumprem também a função educativa de combater personagens que representam parasitas e doenças.

"Zé Pereira da Chácara"
(Mariana, MG)
Um dos blocos carnavalescos mais antigos de Minas, o Zé Pereira da Chácara mantém, em seus desfiles, a tradição iniciada ainda no século passado com os tropeiros. As técnicas de montagem artesanal dos bonecos, em taquara, piteira, papel e corda, são passadas de pai para filho e seu trabalho, que envolve arte e criatividade, representa a cultura popular do interior mineiro.
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